Vamos continuar nossa viagem pelo mundo do Electroclash! No último post falei de Larry Tee, o pai do Electroclah. Hoje vamos falar da mãe, ou da musa e grande nome feminino da cena eletrônica, Miss Kittin!
Eu particularmente sou fan dela, tanto de suas musicas, quanto de seu estilo, de sua atitude.
Miss Kittin, ou Caroline Hervé (seu nome real), é uma DJ e cantora francesa, formada em artes, mas que desde 1991 começou a comandar raves pela Europa, com seu estilo bem peculiar de eletrônico rocker, bem underground, sempre com seu vocal sexy e blasé.
Ela tem 11 álbuns na sua carreira, sendo que alguns deles são clássicos da cena eletrônica, como First Album (2001) e Radio Caroline (2002), com hits fantásticos como Frank Sinatra e 1982 (não deixem de ouvir as 2, mas 1982 é um espetáculo!)
Seus sets são sempre nervosos e cheios de energia. Dêem uma olhada nesse set, onde ela fez ao vivo, com Felix da Housecat, uma versão bem legal de Sweet Dreams do Eurythmics
Alias, ela fez o que para mim é a melhor apresentação ao vivo de um DJ, no festival Sonar de 2004 em Barcelona. Nesse set ela apresentou para o mundo um dos melhores tracks de todos os tempos, que é Rocker, do Alter Ego
Essa é muito boa!
Bom, por hoje é isso! Segue link com o playlist dos tracks que falamos aqui hoje! Enjoy it!
Primeiramente, seja benvindo Lóis...mais uma pessoa para trocar com a gente o que mais gostámos de fazer; ouvir, experimentar e trocar boas músicas!
Estava aqui pensando nos últimos dias...sou super fã da música internacional, desde o Jazz das Big Bands de New Orleans, até o estilo Pop-Gaga de ser dos Estados Unidos. Massss...sinceramente, nada se compara com a nossa querida música popular brasileira. Digo isso não somente pela sua melodia, mas sim pela nossa cultura, alí está ela; enraizada, cheia de samba, alegria e simplicidade!
Esse vídeozinho aqui em baixo é um encontro lindíssimo entre Caetano e Chico Buarque nos anos 70', acho maravilhoso a conversa entre eles em que o Caetano diz para o Chico: "Suas mulheres, essas mulheres dentro de você...são lindas...". É Caetano, você tem razão, são lindas
mesmo!!!
Quem não se apaixonaria pelos olhos do Chico Buarque? Esse imenso mar azul cheio de timidez...E, quem não se encantaria com esse sorriso largo do Caetano???...Ahhh, eu sim!!!
Se você nunca dançou essa música com os braços abertos, experimente!!!!rs.
A música Roda Viva depois de mais de 40 anos continua sendo uma das melhores...esse show foi em 1967. Sucesso!!!
Agora...venha Caetano, venha...
Essa aqui é uma das minhas favoritas... Leãozinho...fofa demais, né? Páára!!!Adoro!
E, falando de música popular brasileira... seria uma falta de educação da minha parte não citar o Cartola...o maior sambista da história do Brasil. Pra mim, não existe melhor...e essa música aqui foi o maior sucesso dele, quer dizer, segundo ele mesmo foi a música que ele mais ganhou dinheiro (por mais que ele nunca tenha ligado para isso)...foi regravada centenas de vezes por diversos artistas.
Para quem curte Cartola tem um documentário sobre a vida dele que é fantástico. Vou até mostrar um pedaçinho do trailer para vocês...
Gostária de ouvir com vocês milhares de outras músicas dos nossos artistas...tem mil outros maravilhosos... como o Ney Matogrosso (que está deslumbrante aos 70!), João Gilberto, Tom Jobim, Jorge Ben, Gil, Gal, etc etc etc....mas vou deixar para outro post, ok?!
Por hora, vou terminar esse post com essa mulher maravilhosa com o "M" mais "MAIÚSCULO" de todos (rs): Maria Bethânia....!!!!(São trechos do Dvd Maricotinha ao vivo)
E você, qual é a sua música ou artista brasileiro predileto???
Passei a semana pensando no meu próximo post. Minha vontade era fazer o maior post da história deste blog e já soltar de uma só vez a playlist do mês para compensar a minha ausência temporária! rs..
No entanto, apesar de amar as contribuições à la jukebox do Gabes e agora do Lóis (welcome!), resolvi keep it simple e apresentar uma banda que fosse nova, com vocal feminino e, claro, um rock envolto a sintetizadores.
Para os apreciadores de Passion Pit e MGMT, com vocês, o som gostosinho do The Naked and Famous!
Gostaram?
A quinteto, que é neozelandês, está junto desde 2008, e lançou apenas um álbum - o "Passive Me, Aggressive You" - em Setembro de 2010. Com seu rock/eletropop alternativo e refrões melodramáticos, já é considerado uma das bandas mais promissoras que surgiram em 2011, ao emplacarem "Young Blood", que vocês acabaram de ouvir. Vamos agora com "Punching in a Dream" e "Girls Like You":
Querem mais?
Bom, agora é só esperar porque com certeza vem mais por aí.
Espero que tenham curtido!
Tá bom, vai, bonus track (olhem que sonzinho delicinha):
Primeiro gostaria de dar as boas vindas ao mais novo colunista do Caixa de Som! Meu brother e parça Lóis. Seja bem vindo!! Assim como a Fe e a Dri, também deu pra ver no post abaixo, que o cara manja absurdo de música e vai trazer muito conteúdo pra nossas Caixas de Som. Que Top que ta ficando isso aqui! To felizasso!
Mas caros ouvintes, dessa vez venho aqui não pra compartilhar uma canção ou álbum, mas sim uma sensacional recente descoberta da internet. Esta se chama Watch, Listen, Tell.
Watch, Listen, Tell nada mais é que um canal no Youtube, só que o conteúdo, a ideia e o resultado são incríveis! To pirando aqui Watching and Listening, enquanto I'm telling you (com o perdão do trocadilho).
O projeto tem como objetivo - e vamos reforçar que entrega o resultado - "gravar sessões acústicas com novos artistas, em lugares inusitados de Londres, tirando-os de sua zona de conforto e deixando que prevaleça o talento". (Tradução livre dos idealizadores Dave Tree e Ben Axtell).
O resultado são videos muito bem gravados em HD, com versões incríveis de então novos artistas. Como veremos nos vídeos a seguir, o cara manja tão pouco de música que entre os novos artistas estão: Florence & The Machine, Two Door Cinema Club, Bombay Bycicle Club, Lissie, entre outros. Sabem pouco os caras, não?
SENSACIONAL!!!!
Tentando pesquisar sobre o canal, também descobri outros dois projetos parecidos e tão bons quanto.
Um deles chama-se The Black Cab Sessions e o outro Amsterdam Acoustics.
Buenas leitores do Caixa de Som! É um prazer poder participar desse blog! Já sou leitor assíduo e num bate papo com o Gabriel, sugeri contribuir trazendo algumas novidades e nostalgias sobre música eletrônica.
Mas por que falar de música eletrônica num blog cujo foco tem sido o new rock e o indie?
Em primeiro lugar porque sei que o Gabriel também curte muito música eletrônica!
E em segundo lugar porque o eletrônico é de alguma forma um filho do bom e velho rock’n roll. Esse assunto será um capítulo a parte, mas de maneira bem resumida, o primeiro grande expoente da música eletrônica é uma banda chamada Kraftwerk, que em 1970 começou a incorporar efeitos eletrônicos à sua base de rock experimental.
A partir do Kraftwerk, a música eletrônica começou a se desenvolver, atingindo seu auge comercial no final da década de 90 e se sustentando até hoje através de vários estilos como techno, trance, house, electro, etc.
Bom, minha jornada nesse blog irá se concentrar no estilo que mais gosto e com mais similaridade com o rock, que é o electro. Mas serei ainda mais específico e irei falar de uma vertente do electro que surgiu no final dos anos 90 em Nova York, chamado electroclash.
O termo electroclash foi criado pelo DJ e produtor Larry Tee para descrever um estilo de música que combina New Wave, Synthpop, Techno, Punk com muita performance de palco de seus artistas.
Ao longo das semanas, vamos falar aqui sobre os principais nomes do electroclash, como Miss Kittin, Fischerspooner, Felix da Housecat, Peaches, entre outros.
Mas para começar, vamos falar do cara que deu inicio a tudo. Larry Tee é uma figuraça de Nova York, que em 2005 foi listado como uma das “ 50 pessoas mais repulsivas ” pela imprensa ‘ trend-maker’ local. Com essa eterna relação de amor e ódio com a imprensa, Tee conquistou enorme espaço como DJ e produtor, lançando grandes nomes no mercado como Avenue D e Scissor Sisters.
No começo dos anos 2000, Tee criou e registrou o termo Electroclash, que se tornou tão conhecido que passou a aparecer no Oxford Dictionary.
Em 2003, Larry Tee lançou um álbum que mudou a história do Electroclash, a coletânea The Electroclash Mix.
É um álbum delicioso de ouvir e indicado para quem gosta de uma mistura bombástica de punk, anos 80 e eletrônico!
O álbum começa com a explosiva Extreme Fashion, de Tobbell Von Cartier, mas quero destacar 4 tracks que me fizeram viciar nesse estilo:
A versão de Race Car, do FPU é contagiante. Pega todo o hipnotismo da versão original e coloca a batida e o vocal sexy da cena clash. Mas o ponto alto é a mixagem com Joint the Chant, do Nitzer Ebb, um clássico do Industrial Dance.
Um outro grande momento do álbum é I'm Not a Sound [2Raumwohnung Remix], um track com uma batida raivosa e contagiante, made in Germany.
O terceiro destaque, se não é o melhor track do álbum, é o mais gostoso de ouvir e um dos que melhor traduz para mim o que é o electroclash. Airplanes, do DJ alemão Vostok é uma ótima combinação de vocal feminino com muito synth-pop e uma letra fácil e grudenta.
Por fim, o melhor track na minha opinião, e que me apresentou meu artista predileto da cena eletrônica – Vitalic. A música Visions é para ser ouvida num dia e momento de puro escapismo! O som te convida desde o começo a viajar e quando o vocal entra, com um estilo gótico, é impossível ficar parado!
Para quem quiser ouvir as musicas que comentei aqui em formato de playlist no YouTube:
Por hoje é só, espero que tenham gostado. Semana que vem volto com mais um pouco do mundo do electroclash!
We are back! E voltamos com uma sonzera muito istaile! Tamo falando de positive vibe again dude!
A Caixa de som dessa semana ta rolando no talo e sem parar a seguinte música:
Sensacional!
Essa música foi uma ótima indicação de minha amiga Lauren Bachmann. E que bela indicação! Valeu Lauren!
Meu caro ouvinte, experimenta colocar num churras num dia de sol, com a vista do mar, tomando uma cerveja gelada e com todos os seus brothers na positive vibration...só alegria meu amigo!
Esse belíssimo som é de Chilly Gonzales. Músico canadense, radicado em Paris que, inclusive, colaborou no álbum do Jamie Lidell (que falamos por aqui anteriormente).
O cara já lançou 2 álbuns com sons que já foram sampleados por vários outros artistas.
São eles: Ivory Tower de 2010, que ao que parece também virou um filme com a participação de Feist. E Unspeakable de 2011.
Pega esses remix que istaile também:
Parênteses - Se você ficou curioso pra saber quem é Feist, ouve essa aqui:
Como vocês puderam ver logo aí abaixo o Caixa de Som está com uma nova colunista. E a menina manja muito! Bem vinda Fe!
Junto com a Dri, que já tem brilhado por aqui com posts SENSACIONAIS, estamos ficando com um timasso!
Continuando com a série sobre New Soul, to há tempos pra falar desse cara. Hoje ele já tá bem famoso por aqui, outro dia até ouvi na Antena 1.
Parenteses - não sei se você é assim, mas quando você curte muito uma banda ou mesmo uma música e depois de um tempo a ouve tocar no rádio não dá uma certa ..... não sei como dizer.... indignada? Tipo, pô essa não! Rola com você também? - Fecha parenteses
Bom, mas estamos falando de Monsier Ben L'Oncle Soul.
Monsier porque o cara é francês. E por lá mesmo que conheci o som dele, em janeiro desse ano. O cara tocava o dia inteiro nas rádios e o clipe toda hora passava nos canais locais, tipo VH1 e o da Virgin.
Desde a primeira vez que ouvi já peguei o celular pra anotar o nome.
Também foi uma indicação aqui no blog do meu brother Concorras. Valeu Renan! O cara manda muito!
A canção (istaile de mais essa palavra) que não parava de tocar era essa aqui:
Muito bom, não? Soul em francês ficou sensacional!!
Por sinal é a mesma que ouvi na Antena 1 essa semana.
mas ele não canta só em francês não. Na real, ele começou a ficar conhecido fazendo covers de músicas famosas na pegada soul. A primeira delas que catapultou o cara foi essa aqui do White Stripes
Top!!!
Pega essa da Katy Perry:
E esssa das Spice Girls:
heheh...muito louco!
Essas três fazem parte do primeiro EP lançado em 2009 e chamado Soul Wash Lesson One.
Daí meu amigo o cara só assinou com a gravadora Motown e lançou em 2010 seu primeiro álbum Ben L'Oncle Soul.
Outro álbum inteiro que é muito bom!
Pega essa:
Essa aqui não tá no álbum, mas é a minha favorita do cara:
Incrível! Que som!
Lí por aí que o sonho dele era assinar com a Motown, tanto é que tatuou o logo no pulso.
Agora é torcer pra trazerem o cara pro Brasa!